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18/03/2015 - Estudantes de todo o Brasil se preparam o ano inteiro para os vestibulares e para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em busca do resultado positivo que se traduz em ver o nome na lista de aprovados das instituições de ensino superior.

Wynne Carvalho

Mas para conseguir alcançar a sonhada aprovação nas universidades é preciso ter dedicação, foco e uma rotina equilibrada.

A dica, segundo a orientadora da 3ª série do ensino médio do Colégio Anchieta, Marília Galvão, é conciliar a disciplina nos estudos ao bom hábito de leitura e compreensão dos diversos aspectos contemporâneos".

"São muitas as variáveis internas e externas que colaboram ou não para a conquista desse êxito. Este é o momento de realizar uma escolha profissional, e, muitas vezes, fazer essa opção gera medos e tensões. Então se faz necessário também cuidar de aspectos psicoemocionais que podem surgir nesse momento" , explica Marília.

É da mesma opinião o coordenador-geral do Sartre COC e professor de biologia Emanuel Ribeiro. Ele diz que é preciso fazer o aluno entender que essa preparação para o vestibular não deve começar apenas no 3º ano.

"O estudo deve ser diário! Para o aluno, o estudo pode não ser prazeroso, mas ele tem que entender que é necessário" , acrescenta.

Rotina disciplinada

Foi buscando esse resultado que o ex-aluno do Colégio Anchieta Murilo Alan, 18 anos, passou a intensificar os estudos e foi aprovado em primeiro lugar no curso de engenharia civil na Ufba.

"É preciso, também, que seja reservado um tempo para você e para ficar com os amigos. Fora o colégio, eu estudava basicamente quatro horas por dia, sempre escutando o que os professores falavam e colocando em prática" , diz o estudante.

Mas os métodos de estudo nem sempre são os mesmos. Dependendo de cada pessoa, as estratégias para aprendizagem são as mais diversas. Como a estudante Bruna de Oliveira, ex-aluna do Colégio Aplicação que passou no curso de medicina na Ufba.

"Eu estudava de manhã no colégio e de tarde ficava para o curso preparatório. Separava cerca de quatro horas para tentar repetir, em casa, o que via na aula" , afirma Bruna.

Foi para alcançar a aprovação, também no curso de medicina da Ufba, que João Teles incluiu no cotidiano os estudos entre oito e nove horas de segunda a sexta e até seis horas no domingo.

"Meu estudo sempre foi baseado em metas de produtividade. Havia sempre assuntos para estudar ou exercícios para resolver, feito geralmente com metas semanais. Também adotava a estratégia de estudar os temas de forma extensiva, quase nunca ultrapassando uma hora e meia na mesma atividade" , explica.

Brendo Washington, 18, foi aprovado para jornalismo na Uesb e foi aluno do Colégio Agroindustrial de Itapetinga. Ele diz que estudava, em média, oito horas por dia além de ler muito.

"A leitura desperta. Eu sempre procurei ler, entender, resumir e fichar. Buscando sempre relação de um assunto com outro. O ideal é não olhar o estudo como tortura, para conseguir o resultado que se espera" , conta o universitário.

Fonte: A Tarde

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