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Inicial / Notícias da Região / Google lança app educativo para alunos enviarem tarefas a professores

Companhia também liberou mais ferramentas para professores.

 

Crianças e jovens já não largam seus smartphones nem durante as aulas. Agora, o Google quer fazer dos celulares instrumentos de ensino. A empresa lançou nesta sexta-feira (16) o aplicativo “Classroom” que, voltado a alunos e professores, ajuda nas tarefas dentro e fora das salas de estudo (Disponível para Android e iOS).

O aplicativo leva a celulares que rodem Android e a iPhones o conteúdo de uma suíte educacional com o mesmo nome, lançada pelo Google há seis meses –desde então, a plataforma já recebeu mais de 30 milhões de registros.

O sistema permite aos professores criarem exercícios em plataformas virtuais e enviá-los facilmente a cada aluno. Para isso, o Classroom é integrado a outras ferramentas do Google, como o Drive, que hospeda arquivos e documentos.

O app leva essas tarefas e recursos para o mundo móvel, dando aos alunos maior flexibilidade para não dependerem apenas de computadores e notebooks. Com ele, os alunos podem captar fotos e anexá-las ao entregarem exercícios propostos pelos professores. Também é possível anexar à resolução das tarefas imagens, documentos em PDF e até páginas de apps.

“Por exemplo, quando você está em um app de desenho, você pode criar um gráfico para um exercício. Quando você clica ‘compartilhar’ nesse app, Classroom irá surgir como uma opção, e você pode anexar o gráfico à tarefa”, explicou Jorge Lugo, engenheiro de software do aplicativo, via comunicado.

O aplicativo registra as atividades agendadas pelos professores, mesmo quando não há conexão à internet. As informações aparecem atualizadas mesmo sem conexão, porque o programa as registra em cache.

O Google aproveitou para anunciar duas novidades voltadas a professores para a suíte Classroom. Uma delas é uma painel de controle para que possam ver quais alunos já concluíram as tarefas. A outra é um arquivo de documentos digitais exibidos em aulas anteriores.

Fonte - G1, em São Paulo

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